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terça-feira, 25 de junho de 2013

Para José Carneiro vereadores são refém do Poder Executivo

 
Foto: Vereador José Carneiro (PSL)

Foto: Vereador José Carneiro (PSL)

O vereador por Feira de Santana José Carneiro Rocha (PSL), já no terceiro mandato, surpreendeu domingo pela manhã quando concedia uma entrevista ao radialista Silvério Silva, na Rádio Subaé AM e disse que infelizmente o Legislativo feirense é refém do  Poder Executivo, ou seja, do prefeito José Ronaldo de Carvalho (DEM). Para Carneiro há uma submissão e um apoio natural nas votações em razão de serem da base do governo. Hoje 18 dos 21 vereadores fazem parte da base do governo José Ronaldo.
 
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Enviado por Jair Onofre - 25.06.2013 05:59h
Reeleição

Ex-vereador Sebastião Bastinho apoia Targino Machado

 

O deputado estadual Targino Machado (PSC), que hoje tem base em Feira de Santana, amplia o número de lideranças que lhe apóiam à reeleição. Desta vez quem aderiu à sua candidatura foi o ex-vereador Sebastião Bastinho (PSD), que atualmente está na condição de primeiro suplente da coligação PDT/PSD/PR/PRB. Targino, que já conta com seis vereadores, agora trabalha com ex-vereadores e suplentes bem posicionados. A informação que nos chega é que foi determinante o aval do prefeito José Ronaldo de Carvalho para o apoio de Bastinho ao deputado.  
 
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Enviado por Jair Onofre - 25.06.2013 05:55h
Reflexo das manifestações

Dilma Rousseff propõe 5 pactos ao país

 

Em resposta às manifestações populares que tomam conta das ruas do país, a presidente Dilma Rousseff propôs ontem  (24/6) “cinco pactos em favor do Brasil” a governadores e prefeitos. As medidas são nas áreas social, econômica e política. Na fala inicial durante a reunião, a presidente disse que é preciso unir forças para o combate e controle à inflação, uma das questões que vêm diminuindo a aprovação de seu governo.
 
Segundo Dilma, a alta da inflação ainda é reflexo da crise financeira internacional. “A responsabilidade fiscal para garantir estabilidade da economia e garantir o controle da inflação. Essa é uma dimensão importante no momento atual quando a crise castiga com volatilidade todas as nações”, disse. Em seguida, a presidente propôs um plebiscito sobre a realização de uma constituinte para uma ampla reforma política que “amplie a participação popular e os horizontes da cidadania”.
 
Dilma defendeu ainda que a corrupção seja transformada em crime hediondo e a ampliação da Lei de Acesso à Informação. “Queremos dar prioridade ao combate à corrupção de forma mais contundente. Nesse sentido, precisamos de uma nova legislação que classifique a corrupção dolosa como crime hediondo.” Mesmo com a resistência da categoria, a presidente anunciou como um compromisso para melhorar a saúde a importação de médicos estrangeiros para o SUS (Sistema Único de Saúde).
 
A presidente comparou a importação de médicos com outros países. Ela citou que o “Brasil continua sendo o que menos emprega médicos estrangeiros”, com 1,79% do mercado. Nos Estados Unidos seriam 25% e na Austrália, 22%. “Enquanto isso, temos hoje regiões que não têm atendimento médico. Isso não pode continuar”, disse. O governo vai ampliar o número de vagas para formação de médicos e também o número de residência. Serão mais de 11 mil vagas de graduação.
 
Outro anúncio durante a abertura da reunião foi a criação do Conselho Nacional do Transporte Público, com a participação de representantes da sociedade civil e dos usuários, para assegurar “uma grande participação da sociedade na discussão política do transporte” e “uma maior transparência e controle social no cálculo das tarifas”. (AE)
 
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Enviado por Jair Onofre - 25.06.2013 05:50h
E a OAB, hein?

Jutahy Junior acusa OAB por defender PEC 37

 

O deputado federal Jutahy Jr.(PSDB) acusou ontem a Ordem dos Advogados do Brasil de estar cometendo erro histórico por defender a PEC 37, que limita os poderes de investigação do Ministério Público. O deputado lamentou que, além de defender a PEC, a OAB faça lobby em favor da emenda, como mostra um panfleto que ele exibiu no Congresso, no qual a entidade afirma “dizer sim” ao projeto. Isto é contra a história democrática da OAB, isto é contra os instrumentos mais legítimos que a OAB teve de defesa das liberdades públicas e das garantias individuais. (Raio Laser)

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