Governo prepara pacote de reformas microeconômicas
por João Villaverde | Agência Estado

A equipe econômica do governo federal começa a se voltar para uma agenda de reformas microeconômicas para melhorar o desempenho econômico do país - após mais de 15 pacotes de estímulos para contornar os efeitos da crise mundial nos últimos anos. A ideia agora é criar instrumentos que estimulem, principalmente, a melhora dos balanços das empresas, como o alongamento de prazos das dívidas contraídas no mercado. A expectativa é de que as empresas acelerem o processo iniciado em 2012, com a queda das taxas de juros, quando passaram a trocar as dívidas antigas, que geralmente tinham juros maiores e prazos menores, por condições mais adequadas. O governo espera que, com o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro nos próximos anos, as empresas instaladas no Brasil busquem financiamento (via bancos ou via emissão de títulos) no país, diminuindo a dolarização da dívida. A aposta é de que esse processo ganhe força principalmente a partir de 2014, quando as taxas de juros nos Estados Unidos e em outros países ricos voltem a subir, depois de quase oito anos em níveis historicamente baixos. Outro ponto em estudo no governo é a concessão de um novo reajuste nos programas Simples e Microempreendedor Individual (MEI).
Segunda, 10 de Junho de 2013 - 09:50
Diretor executivo da Polícia Federal é exonerado do cargo
A exoneração do diretor executivo da Polícia Federal, Paulo de Tarso Teixeira, foi publicada nesta segunda-feira (10) do Diário Oficial da União. A mesma edição publicou a nomeação de seu substituto, Rogério Viana Galloro. O posto de diretor executivo fica abaixo apenas do de diretor geral na hierarquia da corporação. Paulo de Tarso havia sido nomeado para o cargo em abril de 2011.
Segunda, 10 de Junho de 2013 - 09:30
Até abril, governo utilizou 17% do valor autorizado no Orçamento da União

O governo federal utilizou, até o mês de abril, R$ 22,9 bilhões ou 17,6% do total de R$ 130,4 bilhões autorizados no Orçamento da União para 2013, segundo dados do Relatório do Tesouro Nacional. O montante foi maior que o despendido no mesmo período do ano passado, de R$ 21,1 bilhões, apesar de menor proporcionalmente, já que o valor de 2012 representa 22,58% dos R$ 93,4 bilhões autorizados. Na comparação com o ano passado, o Ministério dos Transportes, carro-chefe das obras de infraestrutura, teve redução no aporte, de 13,28% para 12,85%. Na Integração Nacional, os investimentos recuaram de 14,03% para 9,69% do valor aprovado pelo Congresso e, no Ministério das Cidades, o valor pago caiu de 49,17% para 29,53% do autorizado. Em nota, o Ministério do Planejamento ressaltou que, em termos nominais, o valor empenhado cresceu 10% de janeiro a abril — de R$ 11,6 bilhões para R$ 12,8 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2012. O órgão observou que, apesar da demora na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que ocorreu só em abril, não houve “prejuízos à execução, liquidação e pagamento de investimentos plurianuais em andamento”. Informações de O Globo.



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