Translate

Deixe seu comentário




Se possível, deixe nos comentários notícias ou acontecimentos de seu país.

Ou se preferir envie uma e-mail para: jornal.correiodosertao@gmail.com

Você vale muito para nós!!!



segunda-feira, 10 de junho de 2013


Câmara derrubaria possível veto a cobrança de ISS a incorporadoras, avalia vereador
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
Presidente do Legislativo soteropolitano, o vereador Paulo Câmara (PSDB) afirmou nesta segunda-feira (10) que a Casa deve derrubar um possível veto do prefeito ACM Neto à cobrança do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) para incorporações imobiliárias. Inicialmente proposta na reforma tributária, a cobrança gerou reclamações da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado da Bahia (Ademi-BA) junto ao gestor. Diante dos protestos, uma emenda feita pelo vereador Edvaldo Brito (PTB) propôs a retirada da medida. No entanto, durante a votação da reforma na última quinta-feira (6), a Câmara rejeitou a emenda e manteve a cobrança do imposto. “Caso o prefeito vete [a cobrança], o sentimento na Casa hoje é de derrubar o veto”, confirmou o tucano, em entrevista aos jornalistas Evilásio Júnior e Cristóvão Rodrigues, no programa Bahia Alerta, da Rádio Sucesso FM 93,1. O presidente da Casa prometeu retomar, com o fim da discussão sobre a reforma tributária, o debate sobre o voto aberto e a mudança do regimento interno. Autor de um projeto que propõe reduzir as situações onde se aplica o voto secreto, Câmara anunciou a retomada do assunto ainda esta semana, em reunião com os líderes partidários. “Estamos ali para dar satisfação ao eleitorado. Ainda esse mês, vamos entrar em campo. E tem ainda a reforma do regimento, que tem mais de 30 anos”, lembrou.

   
Lula fica atrás de Alckmin em pesquisa para governo de São Paulo
Foto: Reprodução
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (10) aponta que o ex-presidente Lula (PT) não venceria as eleições para o governo de São Paulo caso fosse candidato em 2014. Apesar de ser o adversário do atual gestor com melhor desempenho, o petista obtém apenas 26% das intenções de voto contra 42% de Geraldo Alckmin (PSDB), que chegaria na frente ao segundo turno. A entrada de Lula na disputa foi sugerida em novembro de 2012 pelo marqueteiro do PT, João Santana, apesar de o petista ainda não ter manifestado interesse em se candidatar. Com 52% de aprovação, segundo a pesquisa, o tucano também tem ampla vantagem em relação a outros candidatos, como o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) e os ministros petistas Aloizio Mercadante (Educação), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Alexandre Padilha (Saúde). Informações da Folha.

   

Governo de Minas omite estatísticas em choque de gestão

por Daniel Bramatti / Agência Estado
O governo de Minas Gerais omitiu dados e usou datas arbitrárias em gráficos sobre segurança pública e mortalidade infantil ao fazer propaganda do chamado "choque de gestão", a reforma administrativa promovida na última década pelo ex-governador Aécio Neves e pelo seu sucessor, Antonio Anastasia, ambos do PSDB. Implantado em 2003, o choque de gestão é, segundo o governo mineiro, "uma metodologia de administração pública para reduzir custos e ampliar resultados". Seus pontos centrais são o enxugamento da estrutura administrativa, a adoção de metas pelas secretarias e a bonificação de servidores segundo os resultados alcançados. Anastasia criou um site para promover a principal vitrine do PSDB de Minas, no qual fica evidente a preocupação de mostrar que seus efeitos não são meramente burocráticos, mas se refletem no cotidiano dos eleitores, em áreas como educação, saúde e até desemprego. Há quatro gráficos sobre os supostos efeitos do choque – em dois deles, os resultados estão artificialmente ampliados. Ao tratar de segurança pública, o site do governo mineiro transformou um aumento nos assassinatos em redução. Ao colocar o ponto inicial da série histórica em 2004, um gráfico com a taxa de homicídios por 100 mil habitantes mostra aumento de 1,4% nas mortes no Brasil e redução de 18% em Minas. Mas o governo tucano não começou em 2004. O choque de gestão foi aplicado em 2003 e, portanto, seus efeitos tem de ser medidos em relação ao ano anterior – o último de Itamar Franco, antecessor de Aécio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário