
Um caso "não clássico" da doença conhecida como mal da vaca louca ocorreu no Paraná em 2010, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na manhã desta sexta-feira (7), segundo o jornal Folha de S. Paulo. O caso é considerado "não clássico" porque o animal não morreu em decorrência da doença em si. "Gostaríamos de enfatizar que o animal não manifestou a doença e não morreu por causa dela. O que foi detectado é que ele possuía o agente causador da doença apenas", afirmou José Carlos Vaz, secretário-executivo da pasta. Os exames que atestaram a presença do agente causador da doença no animal, realizados na Inglaterra, foram enviados ao ministério na noite de quinta-feira (6). Segundo o governo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) notificou o governo brasileiro nesta sexta-feira (7) que irá manter a classificação sanitária do país como de risco insignificante para este tipo de doença. O governo garantiu que, por isso, não haverá nenhum impacto comercial para o país, um dos principais fornecedores de carne bovina do mundo, informou ainda a Folha. De acordo com dados divulgados em outubro último pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira de bovinos alcançou 212,8 milhões de cabeças em 2011. Segundo informações da Secretaria da Agricultura do Estado, a Bahia detém o maior rebanho bovino da região Nordeste, com cerca de 11 milhões de cabeças, e, nos últimos anos, tem apresentado estabilidade sanitária referenciada nacionalmente.
Bahia Notícias

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